Batia o sino
das dezessete horas,
cinco badaladas,
avisando que era hora
de voltar pra casa – sem resolver,
mais uma vez, –
Decidiu escolher alguém
pra passar as próximas dezessete horas.
O sino parou de bater,
mas o coração
continuou ritmado
procurando na calçada
um sorriso que pudesse amar
escrito às 17:48 de 15/04/2010
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