Doeu tanto
que dormiu
e sonhou profundo
com desesquecimentos
tudo em branco e negro
evidenciando a linha
da inverdade, da memória
acordou chorando
num quarto colorido
sem sombras pra fantasiar
a dor que ainda doía
dor
terça-feira, 4 de agosto de 2015 Postado por admin às 01:07 | Marcadores: desconexos, madrugada, Poemas
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