Sempre tive uma enorme dificuldade em me tornar uma pessoa amadurecida diante dos padrões da sociedade. Tudo por não achar que valeria a pena deixar a ingenuidade, coragem e facilidade de regeneração da infância para trás. Não conheço nenhuma criança triste, todas são felizes mesmo que a sua felicidade nos pareça uma tristeza encorpada em solidão. Não lembro quando, mas eu me prometi nunca ser adulto.
De vez em quando sou interrogada por essa escolha. Até discriminada - pasmem. Mas vou sendo criança até que a responsabilidade me derrote.
1 comentários:
Gosto dos seus textos (e de quiuís) porque são realmente bons e porque me identifico com o que escreve, muitas vezes é o que também sinto ou já senti.
Não quero ser derrotado pela (ir)responsabilidade.
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