As montanhas fogem de mim correndo em sentido contrário pela janela do ônibus. E seguem correndo montanhas e montanhas infindáveis. Não são infinitas essas montanhas, e por crer no contrário - ter cometido esse erro, digo - é que agora oprimo o choro da mãe que encontra o filho que voltou da guerra. Quero abraçar cada relevo.
Nolstagia mineira
segunda-feira, 18 de julho de 2011 Postado por admin às 12:24 | Marcadores: textos
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1 comentários:
Sensacional.
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