Algo em mim tem a vaga certezaQue - enquanto passo a roupa -Você dobra a esquinaE entre um passo e outroEu dobro a roupa
pra quem me acompanha desde os tempos de Insônia Registrada este poema não é novidade, talvez a reestruturação dele, ando re-arquitetando meus poemas. Se um dia tiver um novo blog talvez chame "Arquitetando palavras".
Foto: Lílian Alcântara, talvez minha primeira foto expressiva, no fim da década de 90 num enquadramento desastroso salvei a visita de minha avó ao meu avô sabe-se lá quantas décadas depois dela dobrar as roupas enquanto ele dobrava a esquina, sem se verem mais.
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4 comentários:
até que enfim, o antanauta aqui tava clicando num trem lá nada a ver... e o postar comentário tava tao pequenino acima que não tinha visto. Mas, olha, eu adoro seus textos e crônicas, mas não sabia ainda que vc era poetinha também, e esse verso aí ficou algo tão assim, como direi: praxisconcretistarráikiano
PARABENS
A arte do saber viver consiste nas dobraduras.
rs, como sou distraído, sempre posto meus comentários por aqui no texto de baixo, mas querendo falar do texto de cima, rs, isso que é ser o cúmulo da dispersão, distração, seja o que isso seja, rs...
mas o comentário sobre o poema está no texto de baixo.
beijo
Linda memória em lindos versos.
Beijoca
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